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sábado, 11 de outubro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
MUITOS CAVALOS! Honda Civic Si chega em outubro:
A Honda confirmou o lançamento no Brasil do Civic Si - veículo esportivo, que chega ao mercado brasileiro em outubro, com carroceria cupê, e preço na faixa de R$ 100 mil reais.O modelo, que será apresentado ao público no Salão do Automóvel de São Paulo, será importado do Canadá, mantendo duas características mecânicas, ou seja, motor quatro cilindros 2.4L aspirado i-VTEC com 207 cavalos de potência 7 mil rpm, e torque de 24 kgfm @ 4.400 rpm.O Civic Si vendido no Brasil terá transmissão manual de seis marchas.Novo Honda Civic Si 2015 - interiorO modelo chega para impor concorrência ao VW Golf GTi, que adota motor 2.0 TSI de 220 cavalos e torque de 35.7 Kgfm, e tem preço inicial sugerido em R$ 98.990 reais, já com transmissão automática DSG de seis marchas.O Honda Civic Si terá de série central multimídia com tela de sete polegadas, sensor de ponto cego, câmera de ré, rodas de liga leve de 18 polegadas, diferencial de deslizamento limitado, seis airbags, controles de estabilidade e tração, entre outros equipamentos.
FONTE CAR.BLOG.BR
FONTE CAR.BLOG.BR
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
CAVALO BRAVO ! Chevrolet S10 ganha motor com injeção direta de 207 cv; parte de R$ 86.400
A General Motors apresentou à imprensa especializada, nesta quarta-feira (24), uma nova motorização para a picape S10. Todo em alumínio, o propulsor de quatro cilindros de 2.5 litros Ecotec SIDI CVVT é dotado de injeção direta de combustível e duplo comando variável de válvulas. A potência chega a 197/206 cv (gasolina/etanol) e cerca de 27 kgfm de torque.
O novo motor, disponível apenas nas versões LT e LTZ, trabalha em conjunto com uma caixa manual de seis marchas e pode ser associado ao sistema de tração 4×4 das configurações a diesel.
As motorizações de 2.4 litros flex e 2.8 litros turbodiesel continuam sendo oferecidas, totalizando 14 versões à gama S10.
Além do novo propulsor, a picape também recebeu melhorias no isolamento acústico, suspensão e acabamento interno.
Confira abaixo os preços da linha da Chevrolet S10 2.5 flex:
LT 2.5 flex 4×2 cab. dupla: R$ 86.400
LT 2.5 flex 4×4 cab. dupla: R$ 92.400
LTZ 2.5 flex 4×2 cab. dupla: R$ 97.700
LTZ 2.5 flex 4×4 cab. dupla: R$ 103.700
ACESSE MOTOR MECANICA
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Renault vai trazer o Fluence elétrico ao País
Depois de oferecer ZOE, Twizy e Kangoo Z.E., a Renault vai completar a gama de elétricos no País oferecendo o sedã médio Fluence Z.E. O modelo, que foi lançado há quatro anos e é produzido na Turquia, tem 13 cm a mais que o de motorização convencional para a colocação do pacote de baterias. Assim como os outros elétricos da marca, as unidades chegam com venda destinada à empresas.
O Fluence Z.E. tem motor elétrico que gera 70 kW, cerca de 95 cv, e torque de 23 mkgf. O pacote de baterias, tal qual o do restante da gama, é de íons de lítio e o câmbio automático tem apenas uma marcha.
De acordo com dados do fabricante, ele acelera de 0 a 100 km/h em 13,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 135 km/h. Sua autonomia é de 185 quilômetros.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Subaru lança WRX S4 exclusivo no Japão
Enquanto nos Estados Unidos o Subaru WRX tem 268 cv, no Japão, a montadora lança uma versão atualizada com 300 cv. Oferecido exclusivamente no mercado japonês, o novo Subaru WRX S4 usa um motor 2.0 turbo trabalhado para gerar 300 cv e 40,8 mkgf.
A transmissão é a CVT Lineartronic, que ajuda o esportivo a marcar 13,2 km/l de gasolina sem perder a agilidade.
O nome S4 não tem nada a ver com os modelos da Audi. De acordo com a Subaru, as letras ao lado do número quatro querem dizer: sport, safety, smart driving e sophistication, o que dá esportividade, segurança, condução inteligente" e sofisticação em uma tradução livre.
Em termos de estilo, o Subaru WRX S4 se parece muito com o WRX vendidos nos Estados Unidos.
O modelos japonês se diferencia também pelas novas rodas de liga leve de 18 polegadas e pelas duas novas cores exclusivas, Blue Pearl e Crystal White Pearl.
acesse www.webkarioca.blogspot.com
A transmissão é a CVT Lineartronic, que ajuda o esportivo a marcar 13,2 km/l de gasolina sem perder a agilidade.
O nome S4 não tem nada a ver com os modelos da Audi. De acordo com a Subaru, as letras ao lado do número quatro querem dizer: sport, safety, smart driving e sophistication, o que dá esportividade, segurança, condução inteligente" e sofisticação em uma tradução livre.
Em termos de estilo, o Subaru WRX S4 se parece muito com o WRX vendidos nos Estados Unidos.
O modelos japonês se diferencia também pelas novas rodas de liga leve de 18 polegadas e pelas duas novas cores exclusivas, Blue Pearl e Crystal White Pearl.
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sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Novo Kia Soul chega em setembro
A SEGUNDA GERAÇÃO DO KIA SOUL, JÁ LANÇADA NA EUROPA E A VENDA NOS
Estados Unidos desde o fim de 2013, chega ao mercado brasileiro em setembro. Mas o carro já pode ser reservado em algumas concessionárias da marca.
O compacto chega com tem tabela de R$ 88.900 para o modelo sem teto solar e R$ 92.900 para a versão com o acessório. Lá fora, o Soul usa o motor 1.6 litro com injeção direta e 133 cv com uma transmissão manual de seis marchas ou um 2.0 litros de 165 cv e câmbio automático de seis marchas.
Na lista de equipamentos de série estão: ar-condicionado digital, oito airbags, bancos elétricos de couro, direção com assistência elétrica, controle de cruzeiro, porta-luvas refrigerado e rodas de liga-leve de 18 polegadas. O volante multifuncional é o mesmo do Optima e o sistema de mídia pode ser controlado por uma tela de 4,3 polegadas sensível ao toque.
ACESSE; www.webkarioca.blogspot.com
Estados Unidos desde o fim de 2013, chega ao mercado brasileiro em setembro. Mas o carro já pode ser reservado em algumas concessionárias da marca.
O compacto chega com tem tabela de R$ 88.900 para o modelo sem teto solar e R$ 92.900 para a versão com o acessório. Lá fora, o Soul usa o motor 1.6 litro com injeção direta e 133 cv com uma transmissão manual de seis marchas ou um 2.0 litros de 165 cv e câmbio automático de seis marchas.
Na lista de equipamentos de série estão: ar-condicionado digital, oito airbags, bancos elétricos de couro, direção com assistência elétrica, controle de cruzeiro, porta-luvas refrigerado e rodas de liga-leve de 18 polegadas. O volante multifuncional é o mesmo do Optima e o sistema de mídia pode ser controlado por uma tela de 4,3 polegadas sensível ao toque.
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quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Muita calma nessa hora: Dirigir na chuva requer cuidados especiais
Em dias de chuva, a atenção ao dirigir deve ser redobrada. A água atrapalha a visão do motorista, cria reflexos no vidro e diminui a aderência dos pneus. No início das chuvas é ainda mais perigoso, porque a água se mistura com os resíduos no asfalto e deixa a pista escorregadia. De acordo com o diretor de educação no trânsito do Departamento de Trânsito (Detran), Marcelo Granja, o número de pequenas colisões aumenta 30% no período chuvoso. “Isso acontece por diversos fatores: os motoristas não mantêm distância, a pista fica escorregadia, a visibilidade diminui, entre outros”, diz.
O Detran alerta que a falta de atenção está vinculada às colisões. “A atenção está diretamente ligada à visibilidade. O condutor tem a rotina da via seca. Quando começa a chuva, ele não pensa que precisa de mais tempo para fazer uma parada”, lembra.
Carro
É fundamental observar as condiçõs do veículo. Segundo ele, o primeiro ponto é a revisão nos freios. “Se tiver uma roda freando mais que a outra, há risco de o carro rodar”, explicou o instrutor de direção Marcelo Mazzaro. Se os pneus estiverem carecas, eles ficam mais escorregadios.
Também é necessário observar as paletas do limpador do parabrisa. “Na seca, elas ressecam e não têm boa aderência para limpar o vidro”, ressaltou. Mazzaro informou ainda que o ar-condicionado deve estar em ótimas condições. “Se não tiver ar-condicionado, a pessoa deve andar com uma flanela”. Além disso, as luzes do carro devem estar funcionando corretamente.
Direção na chuva
Sobre o trânsito, a primeira dica é manter distância do carro da frente. “A distância deve ser de, no mínimo, 10 metros. O carro com freio ABS tem mais condições de parar. Mas o que não tem precisa de espaço para situações de risco”, observa Mazzaro.
Outra dica é sobre a velocidade. “Se a via é de 60km/h, a pessoa deve andar a 50km/h. Sempre diminuir a velocidade de 10 a 20%, porque a velocidade vale para pista seca”, alerta.
Outro problema é a aquaplanagem, que ocorre quando se forma uma lâmina de água na pista, deixando-a escorregadia. “A pessoa não deve de maneira nenhuma pisar no freio. É só tirar o pé do acelerador que, quando sair da água, o carro volta ao controle”, diz o instrutor.
Mazzaro alerta ainda para o risco ao passar em locais onde a água esteja com altura de 10 a 20 centímetros. “A pessoa deve passar bem devagar nessas situações ou então esperar a chuva parar. Essa água pode parar o sistema elétrico, dar um curto-circuito, e o carro para na hora”, afirmou. “Na dúvida se passa ou não, encoste o carro, espere alguns minutos e passe com segurança. Principalmente se tiver criança ou idoso dentro do carro”, informa.
A última dica é não andar ao lado de ônibus e caminhões. “Quando eles jogam água no vidro, tem gente que leva se assusta e, por causa da pouca visibilidade, acaba descontrolando o veículo”, completa.
Educação em primeiro lugar
Todos os anos o Detran faz campanhas no DF no período de chuvas. Segundo o diretor de educação no trânsito do Detran, Marcelo Granja, a média é de duas a três campanhas por semana. “Fazemos abordagens nos postos de gasolina. Assim fica mais fácil fazer uma verificação do carro e conversar com o motorista”, alega. Há também campanhas nas escolas.
O auxiliar contábil Douglas Damázio, 24 anos, capotou na estrada. “Começou a chover fraco. A pista estava molhada. Perdi o controle em uma curva. Fiquei patinando até subir no barranco capotando e voltar para a pista capotando”, contou. Douglas disse que, de acordo com a perícia, o que aconteceu foi aquaplanagem.
O conselheiro tutelar Kleiton Guimarães, 31 anos, também já levou um susto. “Uma vez quase caí numa ribanceira, próximo ao Conic. A pista estava escorregadia e eu não consegui frear. Achei que eu ia morrer”, conta.
Dez dicas
1) Checar pneus e limpadores de para-brisa – A revisão sistemática das condições veiculares e a checagem antecipada de aspectos básicos como freios, fluidos, iluminação, paletas do limpador do para-brisa e pneus é vital para a segurança. Não insista em usar seu veículo se ele apresentar algum problema mecânico ou elétrico, mesmo que pareça simples. Dê atenção especial ao estado dos pneus em tempos de chuva, pois além de uma perda natural de tração, seu desgaste excessivo comprometerá a dirigibilidade.
2) Usar farol baixo sempre aceso – Crie o hábito de acender o farol baixo, mesmo em plena luz do dia. Com isso seu veículo fica mais visível. Quando você liga os faróis, luzes vermelhas também se acenderão na parte traseira do veículo, e elas, em caso de chuva, são de extrema importância para evitar colisões.
3) Mais atenção com a travessia de pedestres – É corriqueiro as pessoas correrem sob chuva, atravessando ou andando à margem de pistas de rolamento, avenidas e ruas sem os devidos cuidados. Para evitar atropelamentos uma boa dica é dirigir preventivamente, com extrema atenção e velocidade moderada, sobretudo, em locais nos quais há sinais visíveis da possibilidade de travessia de pedestres.
4) Manter distância entre veículos em movimento – Sob chuva a manutenção de uma distância segura entre veículos em movimento torna-se ainda mais importante. Colar seu veículo a poucos metros do que trafega à sua frente é um grande perigo. Tal distância deve permitir que o motorista veja ao longe, garantindo-lhe tempo hábil para que adote os procedimentos que se fizerem necessários enquanto dirige.
sábado, 16 de agosto de 2014
SORRIA VOÇE ESTA SENDO FILMADO !Volkswagen Saveiro cabine dupla é flagrada em cegonha
Apesar de ainda não ter divulgado nenhuma informação oficial, a Volkswagen já iniciou a produção da versão cabine dupla da Saveiro. Algumas unidades da picape foram flagradas pelo internauta Marcelo de Macedo sendo transportadas por um caminhão-cegonha. O leitor não informou o local do flagra.
A Saveiro cabine dupla é uma aposta da Volkswagen para deixar o seu modelo mais competitivo diante da Fiat Strada, a líder de vendas do segmento de picapes pequenas e que conta com três portas na configuração cabine dupla – a Strada ocupa a primeira posição da categoria com 87.866 unidades vendidas contra 41.697 da rival no acumulado entre janeiro e julho de 2014 (números divulgados pela Fenabrave).
A picape da Volkswagen será equipada com o novo motor EA211 de 1.6 litro de 16 válvulas que desenvolve 120 cv de potência com etanol. O propulsor foi introduzido pela marca na Saveiro Cross de cabine estendida e no Gol Rallye em março deste ano.
Segundo concessionárias Volkswagen consultadas pelo Carsale na Grande São Paulo, a Saveiro cabine dupla será apresentada para o treinamento dos funcionários da rede autorizada apenas em setembro.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
CONSULT ! Dicas de como escolher um plano
Conheça as formas de contratação de planos de saúde
É importante saber esta distinção porque algumas regras mudam de acordo com tipo de contratação.
Plano de saúde individual/familiar
Se você contratar o seu plano de saúde diretamente com a operadora que vende planos, o seu plano de saúde é do grupo dos planos individuais ou familiares.
Plano de saúde coletivo
Existem dois tipos de planos coletivos: os empresariais, que prestam assistência aos funcionários da empresa contratante devido ao vínculo empregatício ou estatutário; e os coletivos por adesão, que são contratados por pessoas jurídicas de caráter profissional, classista ou setorial, como conselhos, sindicatos e associações profissionais.
Tenha em mente que, ao aderir a um contrato de plano de saúde coletivo, é como se você dissesse: “Estou de acordo com as regras desse contrato e essa empresa/sindicato/associação tem legitimidade para representar meus interesses, definir o que é melhor para mim e está autorizada a falar em meu nome sobre esse assunto.” Assim, o que for negociado entre a empresa contratante do plano e a operadora do plano valerá como regra a ser seguida por você.
Ao adquirir um plano de saúde coletivo, saiba que, em geral, as regras para esse tipo de contrato são mais flexíveis. Assim, por exemplo, no caso dos planos de saúde individuais ou familiares, a ANS limita o percentual de reajuste das mensalidades. Já no caso dos planos de saúde coletivos, a ANS apenas acompanha os reajustes de preços, que são negociados diretamente entre a operadora que comercializa o plano e a empresa, conselho, sindicato ou associação profissional que contratou o plano de saúde.
Se, após aderir ao plano, você discordar de alguma das decisões tomadas pela empresa contratante, você tem duas opções:
- conversar com essa empresa, conselho, sindicato ou associação profissional, para que ela represente melhor seus interesses; ou
- procurar um novo plano de saúde e desligar-se desse contrato, se possível, através da portabilidade de carências, para evitar ter que aguardar prazos de carência no novo plano. Saiba como fazer aqui.
Se quem contratou o seu plano de saúde foi o seu empregador, sindicato ou associação, aqui estão as principais informações que você deve conhecer.
O que você deve saber antes de contratar um plano
Após refletir sobre suas necessidades e selecionar o melhor plano de saúde para você e sua família, confira informações importantes antes contratar o plano.
VAL GÁS TIRA SUA DÚVIDA! sabe qual a geração correta do kit para GNV no motor de seu veículo?
Muitas são as discussões referentes à instalação do kit adequado para o uso do GNV. Os consumidores devem ser esclarecidos quanto à aplicação dos componentes corretos para não prejudicar o funcionamento dos veículos. As oficinas convertedoras devem explicar e orientar os clientes, destacando a importância e a necessidade do motor receber os componentes eletrônicos que servirão para manter o bom funcionamento, sem afetar o seu desempenho.
Pode ser um pouco difícil para um leigo entender, mas devem ser mostradas as diferenças entre um veículo com carburador e outro com injeção eletrônica, por exemplo. O kit para o veículo carburado não serve para o veículo injetado e vice-versa.
- Se esta prática ocorresse em todas as instalações para GNV, ou seja, utilizar o kit adequado ao veículo, não estaríamos vivendo as diferenças absurdas nos preços dos kits, criando um mercado paralelo, deixando a ilusão aos consumidores que estão instalando kits mais baratos, sem perceberem que estão, a médio prazo, desgastando todos os componentes originais, afetando desta forma a vida útil do veículo, afirmam os fabricantes de kits.
- Quando se instala um kit para um veículo com carburador, ele deverá ser de primeira geração, ou seja, o controle da mistura de combustível é realizada através de registros mecânicos. No entanto, quando se instala um kit para um veículo com injeção eletrônica, o controle da mistura de combustível é realizado eletronicamente, sendo assim ele deve ser de segunda geração em diante, conforme o sistema original instalado. Caso esta prática não seja adotada, teremos um veículo equipado com injeção eletrônica original de fábrica funcionando como veículo carburado, esclarecem os fabricantes de kits.
Veja aqui a geração de kits existentes no mercado e a sua correta aplicação, para adequação ao sistema original instalado no veículo.
1° Geração do sistema de GNV
Utilizada em veículos carburados
O ajuste da mistura (ar/gás) é feito através de registros mecânicos, um para a marcha lenta e outro para passagem de alta
Sistema aspirado com misturador
2° Geração do sistema de GNV
Utilizada em veículos com sistema de injeção eletrônica de combustível
O controle da mistura (ar/gás) é feito eletronicamente através do módulo de controle e executado por um atuador elétro- mecânico
Sistema aspirado com misturador
3° Geração do sistema de GNV
Utilizada em veículos com sistema de injeção eletrônica de combustível
O controle da mistura (ar/gás) é feito eletronicamente através do módulo de controle e executado por dois atuadores elétro- mecânicos
Sistema aspirado com misturador
4° Geração do sistema de GNV
Utilizada em veículos com sistema de injeção eletrônica de combustível
O controle da mistura (ar/gás) é feito eletronicamente através do módulo de controle e executado por dois atuadores elétro- mecânicos
Injeção de fluxo contínuo
5° Geração do sistema de GNV
Utilizada em veículos com sistema de injeção eletrônica de combustível
O controle da mistura (ar/gás) é feito eletronicamente através do módulo de controle e executado por válvulas injetoras
Injeção seqüencial
Pode ser um pouco difícil para um leigo entender, mas devem ser mostradas as diferenças entre um veículo com carburador e outro com injeção eletrônica, por exemplo. O kit para o veículo carburado não serve para o veículo injetado e vice-versa.
- Se esta prática ocorresse em todas as instalações para GNV, ou seja, utilizar o kit adequado ao veículo, não estaríamos vivendo as diferenças absurdas nos preços dos kits, criando um mercado paralelo, deixando a ilusão aos consumidores que estão instalando kits mais baratos, sem perceberem que estão, a médio prazo, desgastando todos os componentes originais, afetando desta forma a vida útil do veículo, afirmam os fabricantes de kits.
- Quando se instala um kit para um veículo com carburador, ele deverá ser de primeira geração, ou seja, o controle da mistura de combustível é realizada através de registros mecânicos. No entanto, quando se instala um kit para um veículo com injeção eletrônica, o controle da mistura de combustível é realizado eletronicamente, sendo assim ele deve ser de segunda geração em diante, conforme o sistema original instalado. Caso esta prática não seja adotada, teremos um veículo equipado com injeção eletrônica original de fábrica funcionando como veículo carburado, esclarecem os fabricantes de kits.
Veja aqui a geração de kits existentes no mercado e a sua correta aplicação, para adequação ao sistema original instalado no veículo.
1° Geração do sistema de GNV
Utilizada em veículos carburados
O ajuste da mistura (ar/gás) é feito através de registros mecânicos, um para a marcha lenta e outro para passagem de alta
Sistema aspirado com misturador
2° Geração do sistema de GNV
Utilizada em veículos com sistema de injeção eletrônica de combustível
O controle da mistura (ar/gás) é feito eletronicamente através do módulo de controle e executado por um atuador elétro- mecânico
Sistema aspirado com misturador
3° Geração do sistema de GNV
Utilizada em veículos com sistema de injeção eletrônica de combustível
O controle da mistura (ar/gás) é feito eletronicamente através do módulo de controle e executado por dois atuadores elétro- mecânicos
Sistema aspirado com misturador
4° Geração do sistema de GNV
Utilizada em veículos com sistema de injeção eletrônica de combustível
O controle da mistura (ar/gás) é feito eletronicamente através do módulo de controle e executado por dois atuadores elétro- mecânicos
Injeção de fluxo contínuo
5° Geração do sistema de GNV
Utilizada em veículos com sistema de injeção eletrônica de combustível
O controle da mistura (ar/gás) é feito eletronicamente através do módulo de controle e executado por válvulas injetoras
Injeção seqüencial
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